1-142h-vgdqsuytf0xql1q9aPostei nesse vídeo-8 DE NOVEMBRO,AS ELEIÇÕES AMERICANAS, um texto que escrevi antes das eleição quando perecia algo” inacreditável” que Donald Trump viesse a ser  eleito Presidente dos Estados Unidos.
Quero insistir na importância e na urgência de uma reflexão do que pode  vir a significar para  a Civilização a eleição de quem,durante  mais de seis meses de  exposição diante da mídia de seu país e do mundo,pregava sua oposição aos valores fundamentais da Civilização,que a espécie humana levou séculos ,talvez milênios,para construir.Entre outros,lembro alguns valores contestados:

–  igualdade de todos os homens, sem diferenças de raças quer por palavras,atitudes,ameaças e propostas racistas ; a sociedade pluralista , de origem,de fé,de  crenças ou ideologias políticas,religiosas,ou de outra espécie; o respeito à acordos , tratados e compromissos internacionais,comerciais e de outras ordens,que estabelecem a convivência civilizada entre povos e nações ; a responsabilidade pela preservação do meio ambiente, incluídos protocolos  e metas comprometidas pelos Estados Unidos;o compromisso com o desarmamento,entre pessoas  e países,incluindo,neste, caso os referentes a armas nucleares; a igualdade entre  os sexos especialmente entre homens e mulheres,especialmente o respeito à dignidade da mulher e a rejeição de qualquer formas  de homofobia.

Em seu “discurso da vitória” Donald Trump  tentou amenizar sua campanha de ataques e promessas feitas a seus eleitores, imaginando desfazer a revolta de alguns e a rejeição,da maioria de seu próprio povo e do mundo ,a suas promessas e atitudes primárias.Houve os que,de fato ,começaram a acreditar.

A esses que tão depressa acreditaram na conversão de Trump, é bom lembrar, inicialmente, que há 40 anos o então Presidente Richard Nixon,também republicano, teve de renunciar para não ser destituído pelo Congresso (empiechement) por ter mentido à Nação,quando afirmou  desconhecer ,não mais que uma molecagem de seu partido,que,durante a campanha de sua reeleição,invadira o comitê eleitoral do Partido Democrata.

Impõe-se perguntar: Donald Trump terá mentido durante toda sua campanha, ou estará mentindo o Presidente dos Estados Unidos em seu “discurso da Vitória” ,desdizendo-se, ou lá, desconhecendo ou desprezando os fundamentos de sua própria Nação,ou do mundo civilizado,que não se conquista o poder ou seu exercício,ou simplesmente exerce as relações humanas pessoais ou internacionais , na mentira e sim na verdade? Ou isto não vale mais? (sei que aqui no Brasil para alguns, como lá para Trump, não vale mais, não é crime…)

Há também os “especialistas” que rapidamente começam  a justificar a vitória de Trump,com base  na tradição americana de valorizar o ”self made man”. Mas não  consta que essa tradição permita desprezar a ética ou empregar não importam quais meios para atingir os objetivos me e posso citar além dos que  os americanos chamam de Pais Fundadores,como Washington ou Gefferson, Lincoln,Roosevelt ,Eisenhower Kennedy ou Carter,para citar na política em suas diversas origens,ou Ford, como exemplo na área empresarial,que devem revirar-se em seus túmulos,diante da vida,das palavras e dos exemplos de Trump.Parece que os ”Especialistas aqui no Brasil,que justificam Trump à luz das tradições americanas,ignoram o o verdadeiro conceito dos americanos,ou o conceito dos verdadeiros americanos  do significado do“Self made  man”.

Enfim há os que justificam a vitória de Trump citando as fraquezas, ou os compromissos  de Hillary com os “sistemas” que a apoiaram, esses a que ele mesmo pertence e que lhe permitiram financiar com seus próprios bilhões  os bilhões de sua própria  campanha.

Para mim, pessoalmente, não vejo em Hillary a líder com que  a “massa de consciência”que cresce no mundo em favor de um mundo diferente, possa  contar ,como  sucessora adequada de Obama, para contribuir na  construção de um mundo novo,o mundo da paz,da cooperação,da  justiça,ou enfim da Participação e da Solidariedade.

Os que acompanham meus escritos nos meus longos 50 anos, ou minhas postagens mais recentes nas redes sociais,entendem por que penso assim,como também entenderão que não pertenço ao Partido Republicano ou Democrata,pela simples razão de nossa proposta por uma  Civilização Participativa e Solidária,que há de ser a única justa e sustentável após o advento da pos tecnologia,situar-se muito além do que propõe o liberalismo,o socialismo,o conservadorismo,o capitalismo,o comunismo,ou tantos outros ismos que travam a evolução da espécie humana.

Mas utilizar os  compromissos com os referidos sistemas,compromissos  reais,imaginários ou pespegados por ele mesmo, Trump,contra sua concorrente e utilizar tais hipotéticas razões para  justificar a adesão ao  radicalismo ou a tudo o que até agora ele -o  poderoso Trump, demonstrou ser, ou a tudo o que disse,prometeu fazer,agrediu,ofendeu, ameaçou,ou,enfim…e  e esquecer de tudo o que se viu no passado e recentemente no Presidente eleito da maior Nação do mundo,vai uma imensa distancia ,um enorme abismo a transpor, tornando muito relativas as análise , frágeis as conclusões e excessivamente prematuras as adesões.

É preciso estar atento vigiar e torcer…

Grande Abraço

Osvaldo Della Giustina

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I posted in this video – NOVEMBER 8TH, THE AMERICAN ELECTIONS, a text that I wrote before the elections when it sound something “unbelievable” that Donald Trump come to be elected President of the United States. I want to insist in the importance and urgency of a reflection of what could mean for the Civilization the election of who, during more than six months of exposure to the media of his country and the world , preached his opposition to the fundamental values of Civilization, which the human species took centuries, perhaps millennia, to build. Among others, I recall some values contested:
– equality of all men, without racial differences or by racist words, attitudes, racist threats and proposals; the pluralistic society, of origin, of faith, or religious beliefs or of political ideologies, or of any other kind; Respect for international, commercial and other agreements, treaties and commitments that establish civilized coexistence between peoples and nations; The responsibility for the preservation of the environment, including protocols and targets committed by the United States, the commitment to disarmament between people and countries, including, in this case, the said nuclear weapons; Equality between the sexes, especially between men and women, especially respect for the dignity of women and the rejection of all forms of homophobia.
In his “discourse of victory” Donald Trump tried to soften his campaign of attacks and promises made to his voters, imagining to undo the revolt of some and the rejection of the majority of his own people and the world to his promises and primary attitudes. There were those who, in fact, began to believe.
To those who so fast believed in the conversion of Trump is good to remember, initially, that 40 years ago the President Richard Nixon then, also a Republican, had to resign not to be deposed by Congress (impeachment) for having lied to the Nation, when he affirmed he was unware, not more than a childishness of his party, that during the campaign of his re-election, he had invaded the electoral committee of the Democratic Party.
One has to ask: Will have Donald Trump lied during all his campaign, or the President of the United States will be lying in his “Victory speech,” unsaying himself, or there, ignoring or despising the foundations of his own Nation, or the Civilized world, that one does not conquer the power or its exercise, or simply exerts the personal or international human relations, in the lie but in the truth? Or is it not worth anymore? (I know that here in Brazil for some, as like there for Trump, it’s not worth it anymore, it’s not a crime …)
There are also the “specialists” that quickly begin to justify Trump’s victory, based on the American tradition of valuing the “self-made man.” But it does not appear that this tradition allows us to despise ethics or to employ no matter what means to attain the goals and I can cite beyond what Americans call Founding Fathers like Washington or Gefferson, Lincoln, Roosevelt, Eisenhower Kennedy, or Carter, to cite in politics in their various origins, or Ford, as an example in the business field, which should turn in their tombs, before the life, words and examples of Trump. It seems that the “Specialists here in Brazil, who justify Trump in the light of American traditions, ignore the true concept of the Americans, or the concept of true Americans of the meaning of “Self-made man.”
Anyway there are those who justify the victory of Trump mentioning the weakness, or the commitments of Hillary with the “systems” that supported her, those to which he himself belongs and which enabled him to finance the billions of his own the billions of his own campaign.
To me, personally, I don’t see in Hillary a leader with whom the “mass of conscience” that grows in the world in favor of a different world, can count, as an appropriate successor of Obama, to contribute in the construction of a new world, the world of  Peace, cooperation, justice, or finally of Participation and Solidarity.
Those who accompany my writings in my long 50 years, or my most recent posts on social networks, understand why I think so, but also understand that I do not belong to the Republican or Democratic Party, for the simple reason of our proposal for a Participative and Solidarity Civilization , Which is to be the only just and sustainable after the advent of post-technology, to be far beyond what liberalism, socialism, conservatism, capitalism, communism, or so many other isms that block the evolution of the human species.
But use the commitments with the said systems,  real commitments, imaginary or self-pledged by himself, Trump, against his competitor and use such hypothetical reasons to justify adherence to radicalism or all that he has so far- the mighty Trump- proved to be and to forget all that has been seen in the past and recently in the President-elect of the greatest Nation in the world, goes a great distance, one enormous abyss to transpose, making very relative the analyzes, fragile the conclusions and overly premature the adhesions.
It’s needed to be aware and keep the finger crossed.
Osvaldo Della Giustina
Postado em:
Last Modified: novembro 15, 2016

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